segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Idolatria ou Estado Laico ?

            Ficou claro com a vinda do Papa Francisco no Brasil que o estado Brasileiro não é um Estado totalmente Laico. Existiu uma idolatria cultural de todas as autoridades que participaram da vinda do Papa.  Primeiro vamos avaliar quem é o Papa? Os ensinamento da Igreja Católica Romana sobre o papa (“papa” significa “pai”) e envolve os seguintes ensinamentos romanos católicos:

Apesar de Pedro ter sido central na primeira expansão do evangelho (parte do significado por trás de Mateus 16:18-19), o ensinamento das Escrituras, tomado em contexto, em nenhum lugar declara que ele estivesse em autoridade sobre os outros apóstolos ou acima da Igreja (veja Atos 15:1-23; Gálatas 2:1-14; I Pedro 5:1-5). Nem é jamais ensinado que o Bispo de Roma deveria ter supremacia sobre a Igreja. Ao invés, há apenas uma referência nas Escrituras de Pedro escrevendo da “Babilônia”, um nome às vezes usado para se referir a Roma, encontrado em I Pedro 5:13. Em grande parte por causa disso e do aumento histórico da influência do Bispo de Roma (devido ao apoio de Constantino e dos imperadores romanos que o sucederam), vem o ensinamento da Igreja Católica Romana da supremacia do Bispo de Roma. Entretanto, as Escrituras mostram que a autoridade de Pedro era compartilhada pelos outros apóstolos (Efésios 2:19-20), e que a autoridade de “ligar e desligar” a ele atribuída era, da mesma forma, dividida pelas igrejas locais, não apenas seus líderes (veja Mateus 18:15-19; I Coríntios 5:1-13; II Coríntios 13:10; Tito 2:15; 3:10-11).
      Em nenhum lugar as Escrituras afirmam que, para manter a igreja livre de erro, a autoridade dos apóstolos foi passada aos que eles ordenaram (sucessão apostólica). A sucessão apostólica é uma “leitura forçada” destes versículos que a Igreja Católica Romana usa para apoiar esta doutrina (II Timóteo 2:2; 4:2-5; Tito 1:5; 2:1; 2:15; I Timóteo 5:19-22). O que as Escrituras REALMENTE ENSINAM é que falsos ensinamentos se levantariam, vindo até do meio dos líderes da igreja, e que os cristãos deveriam comparar os ensinamentos destes líderes com as Escrituras ( as Leis) , que são a única coisa que a Bíblia cita como infalíveis. A Bíblia não ensina que os apóstolos eram infalíveis, a não ser quando o que escreveram foi incorporado às Escrituras. Paulo, conversando com os líderes da igreja na grande cidade de Éfeso, menciona a vinda de falsos mestres. Paulo NÃO os recomenda aos “apóstolos ou aqueles a quem seria passada sua autoridade”, mas a “Deus e à palavra da sua graça...” (Atos 20:28-32).

    Mais uma vez, a Bíblia ensina que as Escrituras devem ser usadas como a medida padrão para determinar a verdade do engano. Em Gálatas 1:8-9, Paulo afirma que não é QUEM ensina, mas O QUE está sendo ensinado que deve ser usado para diferenciar a verdade do engano. Apesar da Igreja Católica Romana continuar a lançar a maldição “anátema” àqueles que rejeitam a autoridade do papa, as Escrituras reservam tal maldição àqueles que ensinarem um evangelho diferente (Gálatas 1:8-9). Trazendo de volta para esfera governamental vemos que a história se repete quando o que é escrito ( lei) não é seguido , não é respeitado! E as leis de nosso Pais são muito antigas e dão margem para "idolatrias políticas" que tornam civis em Papas imunes as leis ( antes fossem escrituras) tipico de uma doutrina cultural corrupta. 


   Existe uma cultura idólatra dentro da política brasileira e precisa ser arrancada deste Pais. Nós não temos um Papa da política, uma figura que represente a politica Brasileira , um Deus, afinal todos podemos errar.E se o art 5º da Constituição Federal diz que "todos são iguais perante a lei sem distinção de qualquer natureza" então por que um político tem fórum privilegiado? Por que ele é considerado um Deus imune e adorado?

     
   A doutrina cristã tem Jesus como único que pode ser considerado Deus (filho de Deus) e o único advogado , intercessor , representante e intermediário entre nós e Deus. As escrituras são a base das leis cristã que também não são respeitadas e seguidas pela PRÓPRIA igreja cristã. Comparo então a política brasileira que idolatra um servo do povo ( eleito) ou uma serva ( servidora concursada) que tem seus direitos e deveres diferentes daqueles que os elegeram. Ou Seja, são verdadeiros Deuses em seus cargos imunes, intocáveis e invisíveis; E era visível pela televisão durante a ultima visita do Papa no Brasil, os políticos em busca de uma benção, de uma cadeira próximo ao Pontífice para ser visto e lembrado! Holofotes da vergonha, da apostasia, do cenário teatral mais caro da historia! Milhões se sacrificaram para ver a figura do representante de Deus na terra. Como se aquilo fosse trazer uma mudança para suas vidas. Infelizmente muitos políticos quebraram a cara, pois este Padre Argentino tem o mesmo espirito de humildade e sabedoria cristã que tanto Jesus pregou e quebrou o prontocolo até na hora de beijarem sua mão, sempre evitando tal ação pelos fieis afinal ele não é Deus. Mesmo ele sendo um um grande líder, um grande homem de Deus ele não está acima da lei ( escrituras ) da mesma forma que um político como Lula ou Ronaldo Cunha Lima ou Ricardo Coutinho não pode está acima da lei constituinte! Talvez, por isso, não vemos uma mudança no Brasil como desejaríamos e mesmo indo as ruas protestar e exigir as mudança ela deve partir da mudança de COMO vemos as leis.

O cumprimento das leis é um base de uma sociedade moderna. Da mesma forma que devemos entender da lei doutrinarias, suas origens e aplica-las para que o mundo realmente venha ter uma mudança significativa, devemos exigir leis que edifiquem a sociedade e o mundo e não venha a se tornar um mero teatro global na politica e na religião! 


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